Foto de celular está custando clientes para o seu restaurante
Nenhum cliente escreve na avaliação "não pedi porque a foto era ruim". Ele simplesmente não pede. A foto amadora trabalha em silêncio contra a casa: queijo cinza, pão amassado, fundo de cozinha bagunçada, luz amarela de lâmpada de teto. O cérebro de quem vê lê tudo isso como desleixo — e desconta no sabor.
Os sinais de foto amadora
- Flash direto, que achata o lanche e cria brilho duro no queijo.
- Luz mista de cozinha, que deixa a carne esverdeada ou acinzentada.
- Ângulo de cima para baixo, que esconde a altura e as camadas do lanche.
- Fundo disputando atenção: embalagem, pano, mesa de inox manchada.
- Cada foto com uma cara, sem padrão — o cardápio não parece de uma casa só.
A comparação que o cliente faz
No iFood e no Instagram, o cliente não compara a sua foto com a realidade — compara com a foto do concorrente e com tudo o que ele já viu de comida na internet. O padrão de referência dele é altíssimo, formado por marcas nacionais. Uma casa de Jaú, Bauru ou Barra Bonita não precisa de orçamento de rede nacional para chegar nesse nível: precisa de uma diária bem feita.
Resolver é mais simples do que parece
Não é preciso trocar cardápio, logo ou embalagem. Na maioria dos casos, uma única diária de fotografia gastronômica na própria operação substitui todo o acervo de fotos antigas de uma vez. Atendemos casas em Jaú, Bauru, Barra Bonita, Igaraçu do Tietê, São Manuel, Mineiros do Tietê e toda a região do Médio Tietê. Se as suas fotos não estão à altura do seu lanche, vamos conversar.